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Diários de Bordo

Dia 22/01/2006 - 10° dia - Cuzco - Aguas Calientes

 10° dia - Cuzco  - Aguas Calientes   

      Cuzco - Águas Calientes - Domingo 22/01

              A cidade de Cuzco está localizada a 3.400 metros de altitude, e nas primeiras horas por aqui a falta de oxigênio pode deixar  nos deixar um tanto estranho, mas isso se cura rapidinho com um chazinho de coca que ao chegar no hotel já providenciamos.

 

              Cuzco é a cidade peruana que é a porta de entrada do Vale Sagrado e Machu Picchu. A cidade de Cuzco foi projetada pelos Incas e construída em 1450 pelo índio Pachacutec . Segundo a lenda, foi em Cuzco que o Inca Manco Capac, juntamente com sua esposa Mama Ocllo, afundou no solo o bastão de ouro dado pelo Deus Sol, e a partir daí deu-se a expanção do Império Inca.

       O Império Inca chegou a ter mais de 12.000.000 de pessoas por volta de 2.500, o mesmo começou a cair  em 1532, com a chegada do espanhol Francisco Pizarro e a força de 180 homens que invadiram o Peru. Enquando os incas se defendiam apenas com armas feitas de madeira, os espanhóis utilizavam armas de fogo.

      Pois bem, hoje levantamos às 5 horas e nos dirigimos a Estaçao de Trem em Cuzco, que nos levaria até o Vale Sagrado, passando por Urubamba, Ollantaytambo e finalmente chegando a Águas Calientes que é o último povoado antes de Machu Picchu.

Um vagão todinho para nós.

Cidade de Urubamba no Vale Sagrado.

     Aqui o Rio Urubamba, que recebe muitos afluentes vindos das montanhas, apresentando uma correnteza assustadora ao longo de 90 kms em que o seguimos de trem. 

          

Estação de Ollantaytambo, paramos para comer uns choclos, assim chamado o milho verde por aqui. Bem diferente daquele que conhecemos, este tem uns grãos enormes e muito saborosos.

           

  Margeando o rio Urubamba já podíamos ver nas encostas as edificações dos incas, que faziam muros de pedra para nivelar o terreno e fazer suas plantações.

Chegamos a estação de Águas Calientes, e a primeira coisa que queríamos fazer era achar o hotel que havíamos reservado lá de Cuzco, e para nossa surpresa, e também não sabemos por quê, vimos de longe uma placa com o nome do Papi.

     

     

     

       

Depois de subir uma ladeira com a guia da placa, finalmente chegamos no Hotel Pachakutec.

             

  Estátua do inca Pachakutec na Praça das Armas em Águas Calientes.

 O povoado recebeu este nome de Águas Calientes pelo fato de que emergem do meio das rochas umas vertentes de água quente e medicinal. Foram construídas algumas piscinas logo na saída da vertente em que os visitantes podem banhar-se depois de pagar alguns Soles para entrar. E nós, não poderíamos deixar de tomar um banhito quentinho. 

       

      

 Existem aqui inúmeros restaurantes mais aconchegantes, hotéis e pousadas de um nível muito bom. Tudo aqui é em tamanho reduzido, os hotéis , restaurantes, são pequenos porque o espaço é reduzido, num lado as montanhas e no outro o rio Urubamba.

       

     O único comércio que tem por aqui e que é muito grande, é a feira de artesanato. Tudo muito colorido e bonito de se ver, mas caro para comprar.

          

         

        

 Tem por aqui também algo como um pequeno mercado municipal, com muitas especiarias da região, as crianças bem cedo já começam a ter contato com trabalho e os costumes peruanos. O niño está em cima de um saco de batata brincando com as cascas sujas de terra. E o outro acompanha a mãe na venda de artesanato na estação de trem.

          

 Estamos morrendo de saudades de nossas gatinhas, a única mulher bonita que vimos por aqui foi esse manequim, que dureza!!!

      Amanhã levantaremos novamente às 5 horas da manhã, para então seguirmos por 8 km de estradas tortuosas até chegar à Cidade Perdida dos Incas.

HASTA LA VISTA!!!!!! TÁ CHEGANDO A HORA.

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