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Dia 25/04/2010 - 3° dia - 3ª parte - CAIRO A NOITE

3º dia
25 de Abril de 2010
CAIRO À NOITINHA NA VOLTA DE ALEXANDRIA

               O mercado Central (KHAN EL KHALILI) é uma área comercial antiga que do comércio entre o povo egípcio e as caravanas comerciais nasceu há mais de mil anos  que hoje é um bairro comercial, um imenso bazar na cidade do Cairo.

                         KHAN EL KHALILI,

             Um grande mercado de estreitas ruelas com centenas de pequenas tendas com as mercadorias, sapatos, tecidos pipas de cristal, especiarias, jóias
, com suas ruas repletas de gente e mesas nas portas dos cafés.

                 MERCADO
 
               É muita negociação, onde se consegue descontos absurdos pelas mercadorias, basta ter paciência , digo, muuuita paciência para ficar ouvindo centenas de vezes “Good Price Brasil” ( Brasil bom preço).

                       MERCADO

                      Visitar esse mercado de rua que é o mais antigo do mundo é um passeio imperdível. Passear pelas calçadas de um dos locais mais excêntricos e antigos do Cairo, observar de perto a cultura local, como se portam, se vestem, barganhar com vendedores de rua, visitar algumas lojas, este é o local ideal para as lembrancinhas. É um momento inesquecível de troca de energia e costumes com um povo milenar.

                        MERCADO

                       Como nosso dia foi um tanto cansativo com nossa viagem para Alexandria e depois andar por todo o mercado, já estávamos merecendo dar uma paradinha em um algum lugar para jantar e matar a sede com uma Stella ou uma Sakara. Já que no Egito não se pode tomar bebidas de álcool nas ruas ou restaurantes abertos.
                      Como não conhecíamos nada, nossa opção foi encarar um taxista, na esperança que nos levasse a um bom lugar. Para ir ao mercado pegamos um deles que só falava Árabe o que não deu muito certo, então procuramos um que falasse um pouco de Inglês.
                      Encontramos uma figura,  mal sabíamos que nossa aventura estava começando naquele momento,  o trânsito no Cairo é muito louco, é um tal de um trancar o outro, e numa dessas nosso amigo para não bater numa moto, entrou na frente de um ônibus que bateu na lateral do carro. Aí começou a gritaria, muito engraçado, eles se xingam muito, mas não passa disso, parece que no final das contas o respeito um para com os outros prevalece, tanto que numa cidade de 25 milhões de habitantes praticamente não há criminalidade.
                    Quando o taxista voltou para o carro , não se cansava de falar “no good drive, no good drive”, se referindo ao motorista do ônibus, dizendo que ele não era um bom motorista, imagine ele então rsrsrs.
Nos levou a um restaurante-barco no Rio Nilo que não nos agradou, saímos e fomos nos salvar no Pizza Hut, enquanto isso o taxista no good drive nos esperava lá fora, pois havíamos combinado que depois nos levaria a um boteco para beber uma cervejinha.

                        BAR STELLA

                       Nesse aspecto, sem saber, pegamos o taxista certo, nos levou num boteco daqueles bem tradicionais do Egito, aqueles de final de tarde em que os boêmios se encostam.  A diferença do Egito para o Brasil, pelo que percebemos, é que no Egito os boêmios vão aos botecos só para beber, sozinhos e sem muita conversa, cada um numa mesa sossegados.
                       Como já tínhamos feito alguma amizade com o taxista, e também pelo fato de ele conhecer o local, o convidamos para beber uma conosco. Na verdade, se estivéssemos sozinhos passando pela frente desse boteco nunca iríamos entrar, a aparência externa não era muito boa.

                        BAR STELLA

                        Já na chegada aprendemos mais uma, eles costumam dar um copo para cada cerveja, como estávamos em quatro, pedimos 2 cervejas e 4 copos, mas o garçom não trouxe, nessa hora o taxista no good drive interferiu e pediu mais copos.
                        
Aí estamos eu e o Jacir degustando uma Stella trincando de quente, rsrsr. Nem tão quente, mas estava longe de ser gelada.
                      
BAR STELLA
                     
Pedimos uns aperitivos, digo, o taxista pediu, aí apareceu um pratinho com uns feijões grandes, outro com milho e outro com tomate e pepino em tiras sem nenhum tempero. Uma boa combinação com a cerveja quente.

                      BAR STELLA

                     Mas o nosso encontro com o taxista foi bem interessante, fizemos muitas perguntas sobre a vida deles, da sua família e costumes. Acabamos nos divertindo muito e bebendo muitas Stellas.

                         BAR STELLA         

                        Em certo momento  começamos a nos preocupar, pois ainda tínhamos que ir para o hotel, e se nosso taxista já era maluco sem beber, imagina bebendo como não seria, mas ocorreu tudo bem e escapamos de mais uma.   

Finish

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